É com muito orgulho que estreamos o nosso novo layout! Para visualizar, você precisa ir até nosso novo endereço:

www.inquietosblog.com.br

O inquietos está sem novos posts durante algum tempo, mas esta pausa é por um bom motivo. Estamos reformulando o blog, criando uma cara nova, uma identidade nova e tornando o Inquietos uma ferramenta mais funcional, prática e divertida.

A estréia está programada para segunda, dia 27/09.

Encontrei esse tutorial hoje – e apesar de não ser novo – achei simplesmente genial. Não resisti e reproduzi abaixo. O moço se chama Andrew McDonald e esse aqui é o blog dele.

Vou correndo comprar uma lousa e fazer o mesmo. Veja e depois me diga se não deu muitas risadas também.


Depois de nosso romântico passeio de bicicleta e de um bom descanso, chegou o momento de experimentar as delícias do restaurante.

Como estava muito quente, optamos pelas mesas externas do restaurante – nós e todos os clientes. :) Apesar de termos ido no jantar, as melhores fotos que temos são durante o dia. Veja abaixo:

Para bebericar, é claro que pedimos pisco sauer e depois um vinho! Eu não lembro mais os nomes dos pratos que pedimos – na verdade nem teria muita utilidade pois o cardápio  já mudou (está disponível para download no site do hotel). Comemos bem, mas eu não iria até lá especialmente pela comida. Vale mesmo por todo o ambiente, toda a experiência.

No outro dia, acordamos sem pressa. Tomamos o café da manhã, fomos até a loja para comprar algumas garrafas de vinho e seguimos viagem rumo a Valparaíso. Concluindo então nossos posts sobre o charmoso Hotel Casa Silva, afirmamos: valeu a pena dirigir 150km apenas para conhecer o hotel. Não estamos falando de um hotel qualquer, mas de uma experiência,  de um estilo de vida.

Que o Hotel Casa Silva é lindo, acho que você já deve concordar comigo. Agora vamos falar sobre as atividades oferecidas pelo hotel.

Na mesma tarde em que chegamos ao hotel, agendamos o Wine Tour, que é incluído na hospedagem. Qualquer pessoa pode participar, mas os não-hóspedes pagam um valor por isso. O tour tem duração aproximada de uma hora e incluí a degustação de 3 vinhos.

Muitas pessoas falam mal do tour oferecido pela Concha Y Toro, mas como não fizemos não temos como comparar. Nós gostamos do tour da Casa Silva. Durante o passeio pelos porões ouvimos a história da vinícola e aprendemos sobre as uvas. Nosso grupo era pequeno, apenas 5 pessoas. Talvez essa seja a diferença para os outros tours próximos a Santiago, os quais acredito terem grupos maiores e por isso são menos intimistas.


Depois do tour, pegamos duas bicicletas para dar um passeio pelo viñedo. Não preciso nem dizer que o cenário é perfeito, né? Pedalamos, pedalamos e chegamos no Clube de Polo e Equitação do viñedo. Não estava acontecendo nenhum competição, mas algumas crianças tinham acabado de fazer aula. Ali também tinha um pequeno bar/restaurante. Tomamos o primeiro pisco da viagem.


Pedalamos mais e chegamos ao Rio Grande do Sul. Ops. Como assim? Ah não, é só a cancha de rodeio da vinícola. Depois de alguns segundos de confusão geográfica, percebemos que os “gaúchos” de lá são diferentes dos gaúchos de cá. Primeiro, eles são chamados de “huasos”. E a competição é feita dentro de uma cancha circular, chamada medialuna e tem como objetivo capturar o animal em um determinado local dessa cancha. Assistimos um pouco e retornamos ao hotel.

Então fomos para o quarto, para descansar e nos preparar para o jantar. Amanhã contaremos a experiência no restaurante.

Desde que eu li no Destemperados sobre o charmoso Hotel Casa Silva, não tirei mais da cabeça a idéia de me hospedar lá. E quando decidimos ir ao Atacama, rapidamente encaixei o hotel no roteiro, mesmo sabendo que a vinícola fica em lado oposto ao nosso destino principal.

Seguimos de Santiago em direção à pequena cidade de San Fernando, um trajeto de aproximadamente 150km, muito tranquilo e bem sinalizado. Como não tínhamos GPS, pois na locadora todos já estavam alugados, fomos à moda antiga mesmo, com mapinha dobrável de papel e aproveitando para entrar no clima de fazenda – ou seja, de não-tecnologia. Sim, é possível sobreviver alguns dias sem internet!

O hotel tem poucas suítes – apenas sete – e esse é justamente um dos maiores charmes do lugar. Some a isso paz, o silêncio, as paisagens bucólicas e claro – o vinho! O lugar não decepciona, tudo que é prometido, é entregue. Decoração impecável, de muito bom gosto. Atendimento exemplar. Detalhes e mais detalhes que tornam o lugar especial.

Eu fiquei mais feliz ainda quando abri a porta do nosso quarto e vi que era exatamente o meu preferido (pelo que tinha espiado nas fotos do site). Olhe as fotos e diga se não é lindo? Com direito a trufas de chocolate em caixinhas com lacre de cera. Chique, muito chique.



Que tal o banheiro? O luxo está na simplicidade.

E a decoração das áreas comuns, não é de muito bom gosto?

Abaixo a horta de temperos do restaurante e a piscina (naquele calor dava mesmo vontade de pular pra dentro – pena que a Tam fez o favor de perder minha mala).

Como temos muitas fotos lindas para mostrar vou dividir esse post em mais de uma parte.

Vá curtindo aos pouquinhos, devagar, sem pressa. No ritmo da vinícola. Amanhã eu falo sobre o passeio de bike, o tour na vinícola e o restaurante.

Vamos falar sobre o Chile novamente? Eu havia parado de escrever pois achei que seria de mau gosto ficar falando sobre este ou aquele hotel/restaurante enquanto uma tragédia abalava o país. Agora que tudo voltou a normalidade, acho que é uma boa hora para retomar as coisas legais que fizemos por lá.

Mas antes de retormar a série, vou contar um “causo” aqui, que tem a ver justamente com terremotos!

Numa manhã de descanso no Atacama, estava eu deitada na cama, tentando acessar a internet e o Vini ao meu lado. O Vini não consegue parar muito tempo quieto e principalmente, me deixar quieta. As vezes estou concentradíssima no computador e ele fica me incomodando ou então fazendo brincadeiras, enfim, chamando atenção.

De repente, o quarto começa a tremer. Eu estava tão concentrada, que achei que mais uma vez era o Vini. Então ele me olha e diz: você está sentindo isso? Eu respondo: sim, é tu sacudindo a cama! E ele: não sou eu não!

E aí caiu a ficha de que não era o meu marido, mas sim um terremoto real.

Imaginem que essa cena toda durou sei lá, 40 segundos. A sensação é igual a de uma turbulência de avião, mas uma turbulência horizontal (em vez movimentos para cima e para baixo, movimentos para os lados).

Foi um terremoto fraquinho, escala 4. A notícia saiu aqui. O quarto sacudiu, mas nada quebrou, nada saiu do lugar, ninguém se feriu. Foi apenas uma aventura, dessas que só é divertida porque não teve nenhuma tragédia. Quer dizer, a única tragédia é eu ter certeza que meu marido incomoda tanto, mas tanto, que eu até o confundi com um terremoto. Socorro!

Conheci Paraty em 2008, na viagem de fim de ano da Box. Voltei apaixonada pela cidade e com a certeza que voltaria com o Vini. E assim foi feito, decidimos ir no feriado de Corpus Christi. Para planejar a viagem, pedimos ajuda aos nossos viajados amigos do Twitter. E veja só quantas dicas recebemos.

Os passeios:

– Segundo o Riq Freire, são imperdíveis a Casa de Cultura e o Teatro de Bonecos.

– A Majô recomendou um passeio às ilhas, a Melissa e o Riq ressaltaram para ir de barquinho tuc tuc tuc (barcos alugados por hora), não de escuna.

– A Paula e a Majô avisaram que o centro histórico é lindo demais e que deveríamos caminhar pelas ruas observando os casarios.

– A Luciane recomendou as cachoeiras na estrada para Cunha e a Bárbara recomendou as cachoeiras do Goura Vrindávana.

– A Lena e a Majozinha disseram para fazer muitas fotos dos tapetes de Corpus Christi e da procissão.

– Eu acrescentaria a vista do alto do forte à lista.

Os restaurantes:

– A Célia Regina indicou o restaurante Dona Ondina, com comida boa e bem servida.

– A Lena e o Riq Freire indicaram a tradicional Casa do Fogo.

– A Lena também indicou o Margarida Café, que é um restaurante.

– A Majô indicou o Café Pingado (esse sim é café).

– A Dani indicou o Le Gite d’Indaiatiba (que também é pousada) e disse também para comerms muitas lulas recheadas no centrinho histórico.

– Nós indicamos o Thai Paraty (antigo Thai Brasil), que se mudou para o bairro do Pontal, mas é fácil, fácil ir a pé. Recomendamos também o Banana da Terra e o Kontiki.

As Pousadas:

– A Célia Regina indicou a Quinta da Floresta.

– A Pousada Brisamar nos escreveu oferecendo um pacote bem em conta para o feriado.

– A Luciane indicou o Hotel Santa Clara (fica mais distante mas é linda) e a Pousada Valha Couto (fora do Centro histórico, porém fácil de ir a pé).

– Nós recomendamos a linda Pousada da Marquesa e a Pousada do Sandi (que aceita pets), ambas no centro histórico e com atendimento nota 10.

Outros blogs:

– A Majô deixou várias dicas em seu blog, o Filigrana. A Camila também esteve em Paraty recentemente e contou tudo no Viaggiando. Se vc também já falou sobre Paraty em seu blog, nos avise para linkar aqui.

Desde 2007 é realizado em Paris o Festival du Film de Vacances. A idéia é colocar na telona os filmes de viagens que antes só seus pais, amigos e cachorro assistiam. Só há duas regras a seguir: os filmes devem ter sido feitos durante as férias (óbvio) e não podem exceder 8 minutos.

São 4 categorias que concorrem:

Viagem: prêmio Phileas

Férias com amigos e Família: prêmio Bronzés

Ficção ou Documentário: prêmio Robinson

Férias Artísticas; prêmio Gauguin.

Inpire-se com os filmes do festival, são de matar qualquer um de inveja.

Nós já publicamos aqui 3 vídeos de um dos premiados, o Maxime.

E abaixo segue mais um, de uma das nossa cidades preferidas!

Quem nos segue no Twitter, já sabe há algum tempo que a família Inquietos aumentou. Nossa pequena Margot, uma bulldog francês, chegou há pouco mais de dois meses e a logística para viajar agora inclui a decisão sobre o que fazer com a pequena canina. Nada que mude radicalmente a nossa rotina, até mesmo porque não há muitas opções: ou a levamos junto ou a deixamos num hotel para cachorros.

Em 2 meses de convivência, já passamos pelas duas experiências. A mamãe de primeira viagem aqui reuniu abaixo algumas dicas sobre o que fazer nos dois casos.

Levando o cãozinho na viagem

– O primeiríssimo item a conferir para levar a Margot na viagem foi encontrar um hotel que aceitasse cachorros. Fácil. Muitos hotéis aceitam, cada um com suas restrições. Por exemplo, alguns só aceitam cães de pequeno porte, outros não aceitam cachorro no quarto (somente no canil do hotel), outros não permitem que o cão circule nas áreas comuns, outros cobram uma taxa extra, etc. Pergunte sobre todas as restrições ao hotel, para não se decepcionar depois.

– A Pedigree Champ disponibiliza em seu site um link com o Guia 4 Rodas Viagens com seu Cão. Tem várias dicas de viagem e uma lista enorme de bons hotéis. Mas pergunte antes se o hotel realmente ainda aceita cachorros, pois um dos locais que eu escrevi não aceitava mais.

– Vacinas precisam estar em dia, principalmente em viagens de avião. Mas tanto o hotel quanto alguma fiscalização na estrada podem solicitar também. Além disso, você precisa proteger seu cão contra possíveis doenças, certo?

– Não dê comida por pelo menos 6 horas antes da viagem, para evitar enjôos. Nós demos um pouco de Dramin, pois era a primeira viagem da Margot e ficamos com receio que ela enjoasse. No final deu tudo certo e na volta não foi preciso nem o jejum nem o remédio. Ou seja, essa dica depende da familiaridade do cachorro com o carro.

– Leve a ração. Não corra o risco de não encontrar a ração que seu cão está habituado ou ter que ficar procurando pet shops numa cidade desconhecida. Resumindo: não perca tempo com isso!

– Não permita que seu cão estrague nada no hotel. Se ele o fizer, assuma a responsabilidade e pague pelos danos. Só assim hotéis continuarão aceitando cachorros.

– A decisão de levar um cachorro numa viagem ou restaurante depende da educação que ele tem. Se ele não se comporta em casa, não se comportará em lugar nenhum. A Margot por exemplo só faz as necessidades no jornal e nunca ganha comida quando estamos fazendo as refeições. Dessa forma, ela visita vários restaurantes e não incomoda em absolutamente nada, fica deitada embaixo da mesa dormindo.

– Nas viagens de avião é permitido levar cães de até 10kg na cabine, mas há um limite de cães para cada voo. Reserve com antecedência.

– Viagens internacionais requerem o dobro de limitações. Alguns países só aceitam a entrada de cães após 3 meses da aplicação da vacina anti-rábica, outros exigem o microchip de identificação. Informe-se no consulado antes de viajar.

– Para saber hotéis internacionas que aceitam cachorros, vá no Bring Fido.

– Recentemente um decreto estabeleceu que os animais de estimação necessitarão de passaporte. A idéia parece ser ótima, apesar de não haver muitos detalhes sobre como funcionará. Mas parece que o objetivo é contemplar a maior parte das exigências nacionais e internacionais. Imagino que seja como a carteira de vacinação “humana” internacional. Mas preste atenção, quem emitirá esse passaporte é o Ministério da Agricultura e não a Polícia Federal.


Deixando o cãozinho

– Se você mora próximo de seus pais e estes amam cachorros, não há dúvida de onde você deve deixá-los. Mas pense bem antes de fazer isso.  O meu pai ama cachorros, mas tem o dom de deseducar até mesmo o mais educado dos cachorros. Eu sei que a Margot teria muito amor e carinho ficando com ele, mas… será que valeria a pena? A primeira coisa que ele faria, imagino eu, é dar um ossinho no churrasco de domingo enquanto todos ainda estão na mesa almoçando.

– Como meus pais moram longe, tem ainda a opção dos “tios”. Vários já se candidataram, mas será que vale a pena dar esse trabalho aos amigos? Talvez numa viagem curta, sim. Pese bem os prós e contras.

– Existe também a opção de deixar o cão em casa e pagar alguém para cuidá-lo. Eu acho que é a pior opção. O cão ficará sozinho a maior parte do tempo, triste e enclausurado.

– A última alternativa é deixá-lo num hotel para cães. Hoje em dia há muitas opções, por isso os cuidados são muitos. A diária aqui em SP fica entre R$ 30,00 e R$ 40,00. Alguns tem serviço de transporte.

– Conheça o hotel antes de deixar seu cãozinho. Converse com os criadores sobre a rotina dos cães, verifique como é feita a higiene do local.

– Verifique se eles ficam sempre na gaiola ou se tem algum momento de recreação nao pátio/grama e se vão socializar com outros cães. A Margot ficou num hotel onde a gaiola era só à noite. Durante o dia ela ficava solta no pátio, brincando com outros cães. Óbvio que ela voltou tão cansada, que dormiu praticamente o dia inteiro.

– Nós a deixamos no hotel do adestrador, por dois motivos consideráveis: 1) a familiaridade com ele; 2) ela ganharia treino nos dias em que estivesse lá (ou seja, pagamos a hospedagem e ganhamos também o treino).

– Leve a ração que ele está acostumado a comer e deixe algum objeto familiar, como a cama onde ele costuma dormir. Para ajudar na adaptação, durma com uma camiseta velha por uns 2 dias e peça para colocarem na cama dele antes de dormir. Seu cheiro vai acalmá-lo.

– Renove o remédio anti-pulgas, se necessário.

– Pode ser que ele volte um pouco diferente, talvez “desaprenda” alguns hábitos (como fazer as necessidades somente no jornal).

– Com certeza, ele vai precisar de um bom banho quando voltar.

Finalizando

A decisão sobre o que fazer com o cão durante a viagem deve levar em conta muitos fatores.

– Para onde você vai viajar?

– Vai de carro ou avião?

– Quanto tempo de deslocamento?

– Quantos dias fora?

– Que programas pretende fazer durante a viagem? O cachorro vai atrapalhar muito? Vai ficar muito tempo no hotel?

– Você confia no local onde vai deixá-lo?

Reflita sobre o que é melhor para você e para seu cãozinho.

Eu já decidi: viagens curtas feitas de carro sempre contarão com a presença da Margot. Mas pretendo fazer pelo menos uma viagem internacional para ver como são os trâmites na prática e contar para vocês.

E abaixo, algumas fotinhos da pequena no Hotel Fazenda Itapuá e fazendo uma trilha em Monte Verde/MG.

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