[Crônicas de Viagens]

Como já falamos antes, Brugges é bem pequena. É fácil atravessá-la a pé em pouco tempo.

Numa dessas caminhadas, abandonamos o mapa na mochila, já que praticamente não era necessário usá-lo. Mas lá pelas tantas, chegamos numa auto-estrada. Decidimos abrir o mapa para ver onde estávamos e se tinha algo que valesse a pena por ali.

Eis que um senhor de barba branca, aproximadamente uns 70 anos, vê aquela cena. Vem ao nosso encontro e pergunta se precisamos de ajuda. Sem surpresas, isso já aconteceu outras vezes, em outras cidades.

Surpresa mesmo, foi que esse senhor querido, não só nos ofereceu ajuda, mas ainda perguntou em qual língua queríamos conversar. E o leque de opções não era pequeno, não. Podíamos escolher entre inglês, francês, alemão e outra língua que não entendemos, mas acreditamos ser o neerlandês.

Certo, sabemos que o país tem forte influência de todas esses países citados acima. Mesmo assim, ainda achamos surpreendente.