PONTO F: Zambujeira do Mar

Zambujeira nos pareceu uma cidade muito agradável, nem pequena demais, nem grande demais, com um tamanho ideal para ter umas férias tranquilas sem ficar totalmente isolado. As casas são em sua maioria brancas com janelas emolduradas de amarelo ou azul. A praça principal estava toda decorada para as festas de Santo Antônio. A igrejinha nos lembrou muito Santorini.

A extensão da praia é toda cercada por falésias, um visual que viria a se repetir em outras praias pelo caminho. Pelo tamanho das pessoas na foto, percebe-se claramente a altura em que estávamos. Para chegar lá embaixo é preciso enfrentar muitos degraus, mas toda a estrutura dos caminhos e descidas estavam novos e muito bem conservados.

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PONTO G: Azenha do Mar

Saímos de Zambujeira já ao entardecer e queríamos fotografar o pôr-do-sol em outra praia, por isso o próximo destino foi escolhido totalmente ao acaso. E foi assim que conhecemos a pequena Azenha do Mar. O cenário era muito similar ao de Zambujeira, porém era bem menor e nos pareceu que era uma cidade de pescadores, inclusive com um pequeno porto de pesca, sem nenhuma estrutura para turistas.  E o pôr-do-sol foi lindíssimo.

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PONTO H: Miradouro de Cordoama

Nesse ponto da viagem, foi onde vimos outro pôr-do-sol e onde você percebe que não estamos contando nossa rota na ordem cronológica dos acontecimentos. Hehehe. Não chegamos a conhecer Cordoama em si, apenas o Miradouro. O cenário também era de falésias muito altas. A luz estava espetacular e fizemos algumas fotos muito bacanas.

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p.s. Próximo à Cordoama tem uma praia chamada Arrifama, que nós acabamos não conhecendo mas nosso amigo disse que era uma das mais bonitas da Costa Vicentina. O problema é que ele nos avisou isso DEPOIS que já havíamos voltado de viagem. Então, se alguém for até lá, volte por favor para nos contar o que perdemos!

PONTO I: Cabo de São Vicente

Entramos na região de Sagres, que foi uma das mais bonitas da Costa Vicentina. O Cabo de São Vicente é considerado o ponto mais ocidental da Europa e dizem que de lá é possível avistar o trânsito de navios transatlânticos. Nele há um farol vermelho datado de 1846. O cenário belíssimo, rodeado por paredões de rocha avermelhados, atrai muitas pessoas para assistir ao pôr-do-sol.

É também no Cabo de São Vicente que se inicia (ou termina?) a rota da Via Algarviana, uma rota pedestre de 300km que percorre o interior do Algarve. O projeto é desenvolvido pelo Almargem e tem como objetivo promover o crescimento do interior algarviano de maneira sustentável, valorizando e transmitindo os aspectos naturais e culturais da região.

Uma pena que não conhecemos o projeto antes de nossa viagem, pois deve ser interessantíssimo! Aliás, esse projeto merece um super post de destaque. São 14 setores percorridos, trilhas de variados níveis de dificuldade e muito, muito contato com a natureza e a população local. O guia em pdf  pode ser solicitado através do email jministro@almargem.org.

p.s. É nesses momentos que bate aquele arrependimento por não ter feito uma pesquisa mais aprofundada antes da viagem.

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