Em meados de janeiro fomos renovar nossos velhos passaportes verdinhos, queridos companheiros de viagens. Fizemos o agendamento – e foi relativamente rápido, conseguimos agenda para menos de 10 dias. Prazo razoável. Chegando lá, meu título de eleitor estava bloqueado e tivemos que voltar para casa. Após resolver o problema do título, fizemos uma nova tentativa de agendamento. Mas aí a disponibilidade já era para mais de 1 mês, ou seja, somente em março!

Março chegou, fomos até o DPF (na Lapa) e aproveitei para fazer um pequeno dossiê dos acontecimentos por lá no dia 01 de março.

– 4 pessoas na triagem, sendo que a maior parte do tempo estavam sem fazer nada.

– 3 funcionários de bate-papo, sendo que uma delas era a mesma que já estava de bate-papo quando estivemos lá em janeiro.

– 4 funcionários para entregar os passaportes prontos. Durante o tempo que estive observando, não apareceram nem 10 almas buscando passaporte, assim sendo, eles ficavam a maior parte do tempo olhando para as paredes.

– 6 funcionários para o atendimento dos passaportes em si, sendo que haviam mais de 50 pessoas esperando (e eu só contei quem estava esperando sentado).

– 8 computadores + máquinas fotográficas + scanner de impressão digital ociosos.

– Atraso de 1 hora no agendamento

– Tempo de atendimento para fazer o passaporte: 10 minutos

– Prazo para buscar os passaportes novos: 8 dias corridos

Ufa. Ainda bem que a próxima saga é só daqui 5 anos.

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Atualizando: 4 horas após eu publicar este post, recebo um email do DPF avisando que o passaporte que eu (não) fiz em 11 de janeiro já está pronto. Piada, né?

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