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Encontrei esse tutorial hoje – e apesar de não ser novo – achei simplesmente genial. Não resisti e reproduzi abaixo. O moço se chama Andrew McDonald e esse aqui é o blog dele.

Vou correndo comprar uma lousa e fazer o mesmo. Veja e depois me diga se não deu muitas risadas também.


Quem nos segue no Twitter, já sabe há algum tempo que a família Inquietos aumentou. Nossa pequena Margot, uma bulldog francês, chegou há pouco mais de dois meses e a logística para viajar agora inclui a decisão sobre o que fazer com a pequena canina. Nada que mude radicalmente a nossa rotina, até mesmo porque não há muitas opções: ou a levamos junto ou a deixamos num hotel para cachorros.

Em 2 meses de convivência, já passamos pelas duas experiências. A mamãe de primeira viagem aqui reuniu abaixo algumas dicas sobre o que fazer nos dois casos.

Levando o cãozinho na viagem

– O primeiríssimo item a conferir para levar a Margot na viagem foi encontrar um hotel que aceitasse cachorros. Fácil. Muitos hotéis aceitam, cada um com suas restrições. Por exemplo, alguns só aceitam cães de pequeno porte, outros não aceitam cachorro no quarto (somente no canil do hotel), outros não permitem que o cão circule nas áreas comuns, outros cobram uma taxa extra, etc. Pergunte sobre todas as restrições ao hotel, para não se decepcionar depois.

– A Pedigree Champ disponibiliza em seu site um link com o Guia 4 Rodas Viagens com seu Cão. Tem várias dicas de viagem e uma lista enorme de bons hotéis. Mas pergunte antes se o hotel realmente ainda aceita cachorros, pois um dos locais que eu escrevi não aceitava mais.

– Vacinas precisam estar em dia, principalmente em viagens de avião. Mas tanto o hotel quanto alguma fiscalização na estrada podem solicitar também. Além disso, você precisa proteger seu cão contra possíveis doenças, certo?

– Não dê comida por pelo menos 6 horas antes da viagem, para evitar enjôos. Nós demos um pouco de Dramin, pois era a primeira viagem da Margot e ficamos com receio que ela enjoasse. No final deu tudo certo e na volta não foi preciso nem o jejum nem o remédio. Ou seja, essa dica depende da familiaridade do cachorro com o carro.

– Leve a ração. Não corra o risco de não encontrar a ração que seu cão está habituado ou ter que ficar procurando pet shops numa cidade desconhecida. Resumindo: não perca tempo com isso!

– Não permita que seu cão estrague nada no hotel. Se ele o fizer, assuma a responsabilidade e pague pelos danos. Só assim hotéis continuarão aceitando cachorros.

– A decisão de levar um cachorro numa viagem ou restaurante depende da educação que ele tem. Se ele não se comporta em casa, não se comportará em lugar nenhum. A Margot por exemplo só faz as necessidades no jornal e nunca ganha comida quando estamos fazendo as refeições. Dessa forma, ela visita vários restaurantes e não incomoda em absolutamente nada, fica deitada embaixo da mesa dormindo.

– Nas viagens de avião é permitido levar cães de até 10kg na cabine, mas há um limite de cães para cada voo. Reserve com antecedência.

– Viagens internacionais requerem o dobro de limitações. Alguns países só aceitam a entrada de cães após 3 meses da aplicação da vacina anti-rábica, outros exigem o microchip de identificação. Informe-se no consulado antes de viajar.

– Para saber hotéis internacionas que aceitam cachorros, vá no Bring Fido.

– Recentemente um decreto estabeleceu que os animais de estimação necessitarão de passaporte. A idéia parece ser ótima, apesar de não haver muitos detalhes sobre como funcionará. Mas parece que o objetivo é contemplar a maior parte das exigências nacionais e internacionais. Imagino que seja como a carteira de vacinação “humana” internacional. Mas preste atenção, quem emitirá esse passaporte é o Ministério da Agricultura e não a Polícia Federal.


Deixando o cãozinho

– Se você mora próximo de seus pais e estes amam cachorros, não há dúvida de onde você deve deixá-los. Mas pense bem antes de fazer isso.  O meu pai ama cachorros, mas tem o dom de deseducar até mesmo o mais educado dos cachorros. Eu sei que a Margot teria muito amor e carinho ficando com ele, mas… será que valeria a pena? A primeira coisa que ele faria, imagino eu, é dar um ossinho no churrasco de domingo enquanto todos ainda estão na mesa almoçando.

– Como meus pais moram longe, tem ainda a opção dos “tios”. Vários já se candidataram, mas será que vale a pena dar esse trabalho aos amigos? Talvez numa viagem curta, sim. Pese bem os prós e contras.

– Existe também a opção de deixar o cão em casa e pagar alguém para cuidá-lo. Eu acho que é a pior opção. O cão ficará sozinho a maior parte do tempo, triste e enclausurado.

– A última alternativa é deixá-lo num hotel para cães. Hoje em dia há muitas opções, por isso os cuidados são muitos. A diária aqui em SP fica entre R$ 30,00 e R$ 40,00. Alguns tem serviço de transporte.

– Conheça o hotel antes de deixar seu cãozinho. Converse com os criadores sobre a rotina dos cães, verifique como é feita a higiene do local.

– Verifique se eles ficam sempre na gaiola ou se tem algum momento de recreação nao pátio/grama e se vão socializar com outros cães. A Margot ficou num hotel onde a gaiola era só à noite. Durante o dia ela ficava solta no pátio, brincando com outros cães. Óbvio que ela voltou tão cansada, que dormiu praticamente o dia inteiro.

– Nós a deixamos no hotel do adestrador, por dois motivos consideráveis: 1) a familiaridade com ele; 2) ela ganharia treino nos dias em que estivesse lá (ou seja, pagamos a hospedagem e ganhamos também o treino).

– Leve a ração que ele está acostumado a comer e deixe algum objeto familiar, como a cama onde ele costuma dormir. Para ajudar na adaptação, durma com uma camiseta velha por uns 2 dias e peça para colocarem na cama dele antes de dormir. Seu cheiro vai acalmá-lo.

– Renove o remédio anti-pulgas, se necessário.

– Pode ser que ele volte um pouco diferente, talvez “desaprenda” alguns hábitos (como fazer as necessidades somente no jornal).

– Com certeza, ele vai precisar de um bom banho quando voltar.

Finalizando

A decisão sobre o que fazer com o cão durante a viagem deve levar em conta muitos fatores.

– Para onde você vai viajar?

– Vai de carro ou avião?

– Quanto tempo de deslocamento?

– Quantos dias fora?

– Que programas pretende fazer durante a viagem? O cachorro vai atrapalhar muito? Vai ficar muito tempo no hotel?

– Você confia no local onde vai deixá-lo?

Reflita sobre o que é melhor para você e para seu cãozinho.

Eu já decidi: viagens curtas feitas de carro sempre contarão com a presença da Margot. Mas pretendo fazer pelo menos uma viagem internacional para ver como são os trâmites na prática e contar para vocês.

E abaixo, algumas fotinhos da pequena no Hotel Fazenda Itapuá e fazendo uma trilha em Monte Verde/MG.

Com muita frequência recebemos perguntas de leitores aflitos sobre a questão da inadmissão/deportação na Europa. Eu sempre respondo a mesma coisa: peça orientação a uma fonte oficial, leve todos os documentos possíveis e vá tranquilo!  Se você é um turista de FATO não há nada a temer.

Infelizmente, eu que até então só conhecia dois casos de inadmissão, ambos por justa causa, agora conheço um caso onde realmente uma pessoa foi injustiçada, magoada e porque não dizer, humilhada. Participei de todo o drama na época, ajudei a enviar mais e mais documentos para a Espanha, liguei para o Vinicius que estava em Barcelona para ver de que forma ele poderia ajudar de lá. NADA ADIANTOU.

Antes de mostrar o texto que nossa amiga fez ao Inquietos, eu acho importante salientar que eu ainda continuo dando o mesmo conselho do primeiro parágrafo. Pense bem: quantos amigos você conhece que já tiraram férias incríveis na Europa? E quantos foram barrados? Tenho certeza que sua resposta tem mais a ver com finais felizes do que tristes.

Por isso, hoje eu complementaria meu conselho apenas com a seguinte frase: EVITE ENTRAR PELA ESPANHA! E vá tranquilo.

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Barrada em Barajas

Eu estou devendo este post pra Pri faz mais ou menos uns 6 meses. Mas esta semana eu estava assistindo a Copa Davis de Tênis, e vi uma placa com dizeres que me lembraram da promessa quase esquecida: Madrid. Tourism Destination.

Explico: em junho deste ano, eu me uni às estatísticas e fui barrada no aeroporto em Madrid. Eu estava começando minha viagem de férias pela Europa: alguns dias em Madrid, uma bela semana em Barcelona, seguido de um passeio de carro pela costa sul da França onde, no final da viagem, eu me juntaria à dois amigos e colegas de trabalho pra receber um Leão de Ouro em Cannes. Tudo isso não aconteceu – no mesmo dia em que cheguei – entrei num avião de volta ao Brasil.

Cheguei em Madrid ao meio-dia de lá. No primeiro guichê me perguntaram qual o motivo da viagem: turismo. Olharam meu passaporte e me pediram para aguardar. Alguns minutos num banco, vou para uma salinha. Depois de algumas perguntas, fui para uma segunda, essa já fora da área de desembarque, onde aguardei minha entrevista com a polícia espanhola.

E foi mais ou menos assim: eu tinha tudo que poderia precisar na minha viagem. Reserva em albergue, passagem de volta, dinheiro, seguro saúde. Na minha entrevista (só pra mostrar o quão aleatórias são as decisões), a policial me pergunta quanto dinheiro eu tenho: 400 euros em dinheiro, que mostrei pra ela na mesa, 600 euros no Visa Travel Money e mais 3 cartões de crédito internacionais. Ela me volta com outra pergunta: como eu poderia provar quanto dinheiro tem nesse tal Visa? Eu apresento na mesma hora o comprovante de depósito, onde diz: € 600. Pensei, ok, tudo certo, agora vou pra minha trip. E a policial gentilmente me devolve o papel e diz: “Isso está em português, a Polícia Espanhola não tem obrigação de compreender este documento”. E assim, sem razão ou explicação, fui mandada de volta pro Brasil. No mesmo dia, exatas 50 pessoas foram mandadas de volta pros seus países. Todas elas Sul-Americanas.

Claro que tem muita gente que entra lá pra morar e tirar emprego dos espanhóis, mas o critério absurdamente aleatório e possivelmente baseado em metas diárias de pessoas barradas no país também estão estão barrando a entrada valiosa de Euros na Espanha (lembrando que a Espanha foi um dos países da União Européia que mais sofreu com a crise deste ano e é um dos que está com mais dificuldades pra se recuperar). Se querem tornar mais difícil a entrada, que o façam, mas façam direito. Mantenham sempre os mesmos critérios de entrada, exijam sempre os mesmos documentos, e de preferência, peçam que os vistos sejam solicitados ainda no seu país de origem. Isso certamente teria me poupado muita dor de cabeça e uma passagem pra Europa (sim, perdi a passagem que eu tinha comprado).

Não vou nem entrar na questão financeira, pois por mais que doa no bolso, é apenas dinheiro. O pior é a situação em que se é colocado. Uma sala cheia de gente, cadeiras daquelas de plástico, num clima horroroso de gente chorando. Um policial te acompanha até o avião, você entra depois de todo mundo, e isso tudo sem seu passaporte. Ele é entregue num ziploc do policial pro comandante do avião, deste pra uma funcionária da Tam em terra, e desta pra Polícia Federal no aeroporto em Guarulhos. Ou seja, neste meio tempo, você simplesmente não tem identidade.

Vale a pena comentar que assim que cheguei no Brasil fui super bem tratada pela Polícia Federal. Me fizeram várias perguntas dos motivos da minha inadmissão e apenas não se mostraram mais chocados pois parecem ouvir isso todos os dias. Mas foram super atenciosos, me deram documentos do Ministério de Relações Exteriores pra que eu os procurasse e insistisse pra que fosse tomada uma providência em relação à esta situação diplomática com a Espanha. Além disso, pude fazer meu passaporte novo sem pagar nenhum tipo de multa. É inclusive recomendado pela Polícia pra que não se sofra qualquer tipo de preconceito numa nova tentantiva de entrada no país ou na Europa (ser inadmitida é bastante diferente de ser deportada. No segundo caso você não pode entrar em 10 anos no país, e no primeiro pode voltar no dia seguinte caso queira).

Não vou promover nenhum tipo de boicote à Espanha, e ainda tenho muita vontade de voltar pra lá. Mas certamente verei tudo com outros olhos e vou pensar algumas vezes se deixo meus euros.

Ah, pra saberem como terminou minha história, eu acabei passando minhas férias em Ushuaia, numa viagem incrível e que recomendo pra todo mundo. Se a Pri quiser, posso escrever um post sobre essa viagem também, e prometo não levar mais 6 meses pra isso 🙂

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Mari, com certeza queremos um post sobre Ushuaia! Viajar tem a ver com alegria e por isso seria ótimo ter um texto teu por aqui contando sobre todas aquelas paisagens incríveis que você viu.

Mais uma ferramenta útil para aqueles momentos que a preguiça de ficar procurando os mapas de metrô de seu próximo destino toma conta de você.

Nesse site todos os mapas num só lugar.

O Travelistic é um site só com vídeos de viagens.

Você pode assistir e contribuir com os seus vídeos também.

Você é daqueles que vai pro aeroporto roendo as unhas porque não lembra se desligou o gás antes de sair? Não lembra de colocar meias, calcinhas, cuecas na bagagem? Esquece o passaporte? Não paga as contas que vão vencer durante sua viagem? Não limpa as lixeiras e quando volta está um fedor insuportável no seu apartamento?

Seus problemas estão resolvidos com o Universal Packing List Tabajara! Com ele você nunca mais terá problemas para planejar suas viagens!

Brincadeiras à parte, este é um site simples mas muito funcional. Na tela de entrada você define as informações que vão determinar como se preparar para sua viagem, respondendo desde a duração da viagem, a temperatura, que tipo de atividades vai fazer, onde vai se hospedar, que tipo de mala vai levar, etc. A partir disso o site gera uma lista bem detalhada do que você deve fazer antes de viajar e o que deve levar na mala.

O site dá aquelas dicas que de tão óbvias são justamente aquelas que você sempre esquece, como por exemplo:

  • “Esvazie sua carteira! Ela poderá ser roubada, por isso só leve o necessário”.
  • “Verifique se o memory card de sua câmera fotográfica tem memória suficiente para a sua viagem”.
  • “Encontra alguém para cuidar de suas plantas ou elas podem mudar de cor durante sua viagem”.
  • “Memorize as senhas de seus cartões de crédito”.
  • “Lave a louça ou você vai lamentar quando retornar”.

p.s. Na página de entrada vá em “I want to see” e selecione “Descriptions” para um melhor detalhamento.

De vez em quando surgem nos jornais notícias de pessoas que foram deportadas ao chegarem na Europa. Em geral são relatos de Madrid, Londres ou Paris, justamente as portas de entrada mais usadas por nós brasileiros. Conhecemos duas pessoas que já passaram por isso, ambas em Londres, ambas por justa causa, pois não eram turistas mesmo.

A Vivi nos pediu para contar como foram nossas experiências, já que ela também irá em breve para Londres.

Em geral, nossa entrada é tranquila, com poucas ou nenhuma pergunta. Em alguns países nem mesmo foi necessário abrir nosso passaporte (Alemanha e Grécia). Já na última viagem, indo de Amsterdam para Londres via Luton Airport, passamos por um questionário mais aprofundado. Não sabemos se foi porque o aeroporto estava vazio e o policial não tinha nada para fazer ou se ele não foi com a nossa cara mesmo.

Foram várias perguntas: qual era nossa relação, por que um vivia no Brasil e outro na Espanha já que somos casados, onde trabalhamos e estudamos, onde iríamos nos hospedar, quanto dinheiro tínhamos, onde estava nossa passagem de retorno, etc. Por sorte (ou cautela) estávamos preparados com diversos documentos. Mas acreditamos que o visto espanhol do Vinicius fez a diferença, assim como os vários carimbos de viagens anteriores.

Portanto, nossa dica para todos é: viajem prevenidos. Não tem porque correr riscos, principalmente se vocês são turistas de fato. Imprimam todos os comprovantes de sua viagem e fiquem tranquilos, pois vocês não tem nada a esconder.

Em geral os itens solicitados são:

– comprovante de hospedagem (alguns países não aceitam apenas a reserva, exigem o comprovante do pagamento antecipado);

– passagem de retorno;

– seguro de viagem

– extrato do Visa Travel Money (se você tiver, claro);

– dinheiro em espécie.

Mas sempre é bom verificar exatamente quais são as exigências de cada país (normalmente as agências de viagens sabem informar).

E voltem aqui para nos contar como foram as suas experiências. Boa viagem!

Sabe aquele City Tour oferecido pelas agências de viagem? Pois eles nunca nos atraíram. Aquele sistema de passar correndo pelos pontos turísticos, ouvir uma descrição superficial e fotografar de dentro do ônibus (isso se você estiver sentado no lado certo) não tem como ser atraente. Em algumas situações pode até ser necessário ou cômodo, mas atraente não é.

Mas em Berlim conhecemos os Walking Tours organizados pela New Europe Tours. Segundo eles, o objetivo  é proporcionar a todos “a oportunidade de participar dos melhores tours possíveis, descobrindo a beleza e as fabulosas histórias que as cidades européias têm a oferecer”.

Mas o que eles têm de diferente? Em primeiro lugar, o tour é gratuito. Você paga no final o quanto você acha que valeu a experiência. Isso faz com que os guias sejam mais dedicados, mais informados e menos robotizados. Em segundo lugar, todos os guias são jovens na faixa dos 25 a 30 anos, que já viveram em muitas capitais européias e tem muito o que contar e compartilhar. Em terceiro lugar, você pode optar  por espanhol ou inglês. Em quarto lugar e não menos importante do que os três primeiros itens, é um intervalo para tomar uma boa cerveja alemã e recuperar o fôlego.

Claro que você não terá uma aula de história profunda. E também não conhecerá toda a cidade, afinal você estará a pé*! Mas você vai se divertir bastante, vai ter a oportunidade de se localizar melhor e entender um pouco mais a cidade e ainda fazer amigos.

Para participar, encontre os guias em frente à Starbucks do Portão de Brandemburgo, às 11 horas. A duração  do passeio é de 3 horas e meia.

Eles oferecem ainda outros 5 tours, que não são gratuitos, mas também não são caros:

– Postdam, a cidade dos palácios (14 para adultos, 12 para estudantes)

– Berlim e o muro, a luta pelo poder (12 para adultos, 10 para estudantes)

– Tercer Reich, a capital nazista (12 para adultos, 10 para estudantes)

– Sachsenhausen, o campo de concentração (14 para adultos, 12 para estudantes)

– Pub Crawl, a noite de Berlim (12 para adultos, 10 para estudantes)

Os últimos dois nós fizemos e contaremos como foi em outro post.

Eles estão presentes em outras cidades como Amsterdam, Dublin, Edimburgo, Hamburgo, Jerusalém, Londres, Madrid, Munique, Paris e Tel Aviv.

* Eles também têm um bike tour gratuito no mesmo horário. O ponto de encontro é na Oranienburgerstrasse. É necessário fazer um depósito de 15 euros pela bike, mas o valor é devolvido no final.

Esta semana o Trip Advisor publicou seu Top 10 de destinos românticos.

Adivinha qual estava em primeiro lugar? Santorini, claro. Os outros destinos, com exceção de Paris, ainda não conhecemos. Mas Algarve está nos planos a curto prazo.

A lista:

1. Santorini, Grécia

2. Bali, Indonésia

3.  Paris, França

4. Salzburg, Áustria.

5. Algarve, Portugal.

6. Sorrento, Itália.

7. Poipu, Havaí.

8. Phuket, Tailândia.

9. Killarney, Irlanda.

10. Quebec, Canadá.

E você, qual seu destino romântico preferido?

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Quando o Cirque du Soleil veio para o Brasil, bem que tentamos comprar ingressos. Mas acabamos desistindo por achar os preços abusivos, as taxas de (in)conveniência mais abusivas ainda, o prazo de antecedência de 8 meses injustificável, fora a dificuldade para realizar a compra. Nos rebelamos. Dissemos não ao Cirque du Soleil e à Ticketmaster.

Em julho, quando viajamos para Berlim, pesquisamos na internet quais shows e espetáculos estariam em cartaz na cidade. Para nossa surpresa, o Cirque du Soleil estaria lá com o espetáculo Varekai.

Mas vamos à melhor parte: como compramos e quanto pagamos.

A compra foi efetivada através do site oficial, onde selecionamos 2 lugares privilegiados na primeira fila e preenchemos os dados do cartão de crédito. Pronto. Simples. Rápido. Fácil.

Minutos depois recebemos um email confirmando o pagamento, e um segundo email com nosso e-ticket, que era só imprimir e voilá. Nem autenticar no local foi necessário. Isso com apenas 1 mês de antecedência, sem nenhuma taxa extra.

O texto do primeiro email:

Thank you for buying tickets to Varekai in Berlin. Please review the details of your purchase below.

Please note that you have chosen to receive e-tickets. This means you will receive a second e-mail with your e-tickets attached. Simply open the attachment, print the e-tickets and present them on the date of your performance.

Varekai in Berlin – Friday, July 11, 2008 at 8:00 PM
2 Adult @ 85,00 € = 170,00 € (Tax Included)


Na época o euro estava em aproximadamente R$ 2,55, o que totalizou a compra em R$ 433,00.

Para comparar: um ingresso no Brasil com a mesma localização de assento custava R$275,00 + 20% de taxa de conveniência. Valor para 1 pessoa.

Moral da história: antes de viajar pesquise bem o que estará acontecendo nas cidades que pretende visitar. Oportunidades imperdíveis sempre aparecem, geralmente com preços mais justos do que no Brasil.

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