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O La Place é um restaurante-mercado de produtos orgânicos e frescos.  Oferece desde carnes, peixes, sanduíches, smoothies, pizzas, bolos, cookies, vinhos, frutas picadas, tudo o que você imaginar. A comida é preparada na sua frente e em alguns pratos você pode escolher os ingredientes.

É o local perfeito para fazer um lanche rápido e saudável ou então para preparar um picnic pelos canais ou no Voldenpark.

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Essa dica nós pegamos do blog Janela Laranja. Segundo o Márcio, que já morou em Amsterdam, os croquetes do Febo são os melhores da cidade.

Mesmo que você não seja chegado em frituras, não custa nada dar uma passadinha em uma das lojas, pois é uma experiência no mínimo inusitada. Imagine uma super máquina de refrigerante. Pois as lojas do Febo são assim, uma super máquina, com dezenas de portinhas e dentro está o croquete. Você coloca as moedas, a portinha se abre e tchanan! Super prático.

Mas e o sabor? Os croquetes são deliciosos, bem crocantes por fora e por dentro macios. O tempero é bem forte, daqueles que dão calor depois de comer. E o preço é apenas 1,40 euro. Baratinho. Perfeito para um lanchinho no meio da tarde.

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O Arendsnest é um pequeno, charmoso e intimista pub que descobrimos em Amsterdam. O que torna este pub especial, é que ao contrário de outros pubs na cidade, este é especializado em cervejas holandesas e não belgas. Portanto, essa é uma visita obrigatória para quando você for para Amsterdam.

São mais de 350 opções de cervejas, entre elas uma que é produzida pelo proprietário. Se não nos falha a memória, o nome da cerveja é Willeke (mas experimentamos tantas que já não sabemos mais ao certo se esse é o nome). Todos os garçons são especialistas e adoram explicar cada uma das cervejas oferecidas. Nós fomos atendidos pela Yvonne, que foi tão querida que até nos deu um copo de presente.

Se você gostar muito das cervejas, pode ir até De Bierkoning e comprar algumas para trazer para casa. Lá você encontrará mais de 950 marcas e mais de 300 copos diferentes, com preços mais acessíveis do que no pub.

Prost!!!

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Keukenhof é o famoso parque de flores da Holanda, conhecido por suas tulipas coloridas. O parque, que fica aberto ao público apenas de 19 de março a 21 de maio, tomou para si o título de o mais fotografado do mundo – mas acho que os holandeses esqueceram da sua vizinha Torre Eiffel, do Coliseu, do Partenon e outros.

Na entrada fomos recepcionados por uma mulher com roupas típicas, vendendo mapas por 4€  (uma fortuna para um mapa). Uns passos a mais e nos deparamos com um grande órgão musical, desses que funciona com banda de papel perfurado, tocando músicas que iam desde “Estudiantina Wals” a “Macarena”. Para completar a cena, logo surgiu um tiozinho vestindo roupas engraçadas e tamancos holandeses, que ficou dançando e soprando um apito. Por instantes achamos que estávamos na Feira da Uva ou do Moranguinho ou da Rapadura, qualquer dessas feiras típicas.

Tirando o clima de feira, o que encontramos foram muitos canteiros de flores, com os mais variados tipos de tulipas, de todas as cores e mesclas que você pode imaginar. Num dos pavilhões tinha uma exposição com flores do mundo todo. Esperávamos encontrar plantações de flores, aquela imensidão colorida a perder de vista e poder caminhar por entre elas, mas isso não era permitido. Até vimos uma plantação numa das extremidades do parque, mas não era acessível ao público. Para chegar mais próximo das plantações, é preciso fazer o passeio de bicicleta.

Como chegar em Keukenhof?

Para chegar no parque, é bem fácil. Difícil é achar alguém que saiba dar informação correta sobre como chegar lá. Depois de perguntar para umas 5 pessoas, entre recepcionistas de hotel a motoristas de ônibus, finalmente conseguimos achar o ponto onde pegaríamos o primeiro ônibus, que fica em Leidseplein. Seguimos até o aeroporto, onde trocamos para um segundo ônibus, que foi direto para o parque. O ticket custou 23€ e incluía entrada + transporte.

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Em Amsterdam é possível fazer passeios de barco pelos canais, o que é uma delícia, principalmente num dia de sol. São muitos barcos, que funcionam até tarde da noite. Os barcos são aqueles grandes com teto e laterais de vidro, iguais aos que tem em Paris.

Porém, se você quer fugir do esquema pega-turistão, há uma alternativa: St. Nicolaas Boat Club. O projeto, criado em 1997 por Peter Moskos e Toine Rikken, tem como objetivo preservar os barcos históricos de Amsterdam. Nada de narrações sobre a cidade num alto-falante alto. Nada de 100 pessoas ao seu redor. São pequenos barcos, simples e tradicionais, com no máximo 10 pessoas a bordo. A proposta é curtir a cidade, trocar experiências, enquanto o barco segue seu rumo pelos canais. E você ainda pode levar cerveja ou um lanche para fazer um picnic comunitário.

Não é possível fazer reservas pela internet. Para reservar, vá até o bar Boom Chigago em Leidsenplein. Lá terá uma agenda onde você mesmo coloca seu nome, no horário e dia que pretende participar. O passeio não tem preço pré-definido, você contribui com o valor que quiser.

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Numa cidade que utiliza de forma eficiente seus recursos hídricos e com escassez de terras firmes para construir edifícios, é inevitável que uma das alternativas encontradas pelos habitantes foi morar em barcos, os famosos houseboats. Sendo assim, esta é uma opção que se torna não só relevante para os moradores, mas também uma experiência inusitada e inesquecível para quem está de passagem pela cidade.

Muitas dessas casas-barco estão disponíveis para aluguel por temporada. São casas com toda a estrutura que uma casa comum pode oferecer, algumas com mais de 1 quarto. Algumas são locadas através de imobiliária, outras direto com o proprietário. A maioria pede um depósito antecipado e o saldo em dinheiro, além de hospedagem mínima de 4 noites.

Mas atenção: reserve com bastante antecedência, pelo menos 1 mês antes de sua chegada. Nós tentamos e não conseguimos – o que não deixa de ser mais uma bela desculpa para voltarmos a Amsterdam.

Abaixo, alguns links com opções de houseboats. Todos nos deram retorno rápido por email:

Blue Wave Houseboat

Phil Dutch

Amsterdam Houseboat

Houseboat Hotel

Houseboat Amsterdam

E também o relato do Riq Freire, que já se hospedou num houseboat.

Viaje na Viagem

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Esta cidade, que contabiliza 2 bicicletas para cada cidadão, é jovem e cheia de vida. Lá quase tudo pode. Pode fumar maconha nos coffee shops. Prostituição é profissão legalizada e o “produto” pode estar exposto nas vitrines. Invadir apartamentos desocupados há mais de 1 ano também pode. Só não pode vender chá de cogumelo (em dezembro passado, um jovem inglês provou todos os tipos de chás disponíveis e decidiu que podia voar. Morreu e o chá foi proibido).

Para conhecer a cidade nada como uma boa caminhada, um passeio de bicicleta ou até mesmo de barco. Para se hospedar, nada de hotel: o mais legal é ficar em uma houseboat. Tem museus de todos os tipos, desde Van Gogh até museu da maconha. Nos arredores da cidade, tem o Keukenhof, o parque das flores. Tome cuidado apenas nas oficinas de turismo: lá qualquer folheto é pago e as filas são enormes.

Foram apenas dois dias na cidade, mas o suficiente para deixar vontade de voltar – ou quem sabe, um dia viver por lá.

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Sabe aquele City Tour oferecido pelas agências de viagem? Pois eles nunca nos atraíram. Aquele sistema de passar correndo pelos pontos turísticos, ouvir uma descrição superficial e fotografar de dentro do ônibus (isso se você estiver sentado no lado certo) não tem como ser atraente. Em algumas situações pode até ser necessário ou cômodo, mas atraente não é.

Mas em Berlim conhecemos os Walking Tours organizados pela New Europe Tours. Segundo eles, o objetivo  é proporcionar a todos “a oportunidade de participar dos melhores tours possíveis, descobrindo a beleza e as fabulosas histórias que as cidades européias têm a oferecer”.

Mas o que eles têm de diferente? Em primeiro lugar, o tour é gratuito. Você paga no final o quanto você acha que valeu a experiência. Isso faz com que os guias sejam mais dedicados, mais informados e menos robotizados. Em segundo lugar, todos os guias são jovens na faixa dos 25 a 30 anos, que já viveram em muitas capitais européias e tem muito o que contar e compartilhar. Em terceiro lugar, você pode optar  por espanhol ou inglês. Em quarto lugar e não menos importante do que os três primeiros itens, é um intervalo para tomar uma boa cerveja alemã e recuperar o fôlego.

Claro que você não terá uma aula de história profunda. E também não conhecerá toda a cidade, afinal você estará a pé*! Mas você vai se divertir bastante, vai ter a oportunidade de se localizar melhor e entender um pouco mais a cidade e ainda fazer amigos.

Para participar, encontre os guias em frente à Starbucks do Portão de Brandemburgo, às 11 horas. A duração  do passeio é de 3 horas e meia.

Eles oferecem ainda outros 5 tours, que não são gratuitos, mas também não são caros:

– Postdam, a cidade dos palácios (14 para adultos, 12 para estudantes)

– Berlim e o muro, a luta pelo poder (12 para adultos, 10 para estudantes)

– Tercer Reich, a capital nazista (12 para adultos, 10 para estudantes)

– Sachsenhausen, o campo de concentração (14 para adultos, 12 para estudantes)

– Pub Crawl, a noite de Berlim (12 para adultos, 10 para estudantes)

Os últimos dois nós fizemos e contaremos como foi em outro post.

Eles estão presentes em outras cidades como Amsterdam, Dublin, Edimburgo, Hamburgo, Jerusalém, Londres, Madrid, Munique, Paris e Tel Aviv.

* Eles também têm um bike tour gratuito no mesmo horário. O ponto de encontro é na Oranienburgerstrasse. É necessário fazer um depósito de 15 euros pela bike, mas o valor é devolvido no final.

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