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Abaixo segue alguns restaurantes que indicamos.

PortugValia: já foi apenas uma cervejaria e atualmente é também um restaurante. É bastante tradicional e tem em vários pontos da cidade, mas a original fica na Almirante Reis. Comida boa e rápida, cerveja gelada.

Alfaia: restaurante no bairro Alto, que pertence a mesma família desde o século XIX. Especializado em cozinha portuguesa, é pequeno e aconchegante (como a maioria dos restaurantes do bairro).

Bica do Sapato: esse nós acabamos não indo, mas foi muito bem recomendado. Cozinha contemporânea e exposições de arte.

Pavilhão Chinês: misto de antiquário e bar, o local é no mínimo curioso. Não serve jantar, apenas lanches. Vale mais pelo local em si do que pela comida.

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Em Portugal é habitual servir couvert nos restaurantes. Porém, o valor cobrado não é por pessoa como no Brasil, mas sim por item consumido. Em geral é oferecido pão, queijos, manteiga, azeitonas. Assim, se você comer pão mas não comer azeitonas, serão cobradas somente as azeitonas e assim por diante. Os preços de cada item estão discriminados no cardápio.

Em um post anterior, citamos rapidamente a Via Algarviana, um dos projetos desenvolvidos pela Almargem, uma associação que tem por objetivo “o estudo e divulgação dos valores mais significativos do património natural, histórico e cultural do Algarve; a defesa intransigente desses mesmos valores e a apresentação de propostas concretas para a sua recuperação e valorização; a promoção de actividades que visem um desenvolvimento local integrado e respeitador da natureza”. E agora vamos falar um pouco mais detalhadamente sobre o projeto.

A Via Algarviana

A Via Algarviana é um percurso que pode ser percorrido a pé, de bicicleta ou à cavalo pelo interior do Algarve. São 300km divididos em 14 setores. Ou seja, é para quem gosta de se aventurar mesmo, que curte uma viagem roots, tem resistência e boa forma física. Para orientar os aventureiros, foi criado um guia que pode ser adquirido em qualquer centro turístico da região ou pode ser enviado em PDF para seu email.

Por que achamos o projeto tão bacana?

  • Porque promove a economia local;
  • Porque convida os turistas a conhecerem o interior do Algarve  e não somente a costa litorânea;
  • Porque desperta o contato direto com a população e a história local;
  • Porque estimula o contato e o respeito à natureza.

O Guia

Para solicitar o guia é só escrever para o João Ministro (jministro@almargem.org.). São 51 páginas, muito bem organizadas e com fotos inspiradoras. O guia de divide da seguinte maneira:

  1. Introdução: relato do objetivo do projeto e do guia
  2. Mapa do percurso
  3. Sinalização: explica o significa das placas distribuídas ao longo do caminho
  4. Recomendações gerais
  5. Setores: todos os setores iniciam com um pequeno resumo técnico, conforme imagem abaixo.

Para cada setor é indicado ainda os atrativos locais, divididos da seguinte forma:

  • Patrimônio Histórico, Arquitetônico e Religioso;
  • Natureza
  • Artesanato
  • Recreio e Lazer
  • Locais de descanso e apoio
  • Eventos Culturais

E ainda um capítulo com contatos: lista de alojamentos, restaurantes e contatos gerais

Mesmo que você não esteja disposto a percorrer 300km a pé, vale a pena solicitar o guia e visitar alguns setores, ainda que de carro mesmo.

– Para se hospedar não há muita dificuldade pois sempre tem quartos livres, mesmo que você não tenha feito nenhuma reserva. Porém não seja muito exigente, a maioria dos hotéis são beeeem simples e custam em torno de 60 euros.

– Lembre-se que muitas praias são bem pequenas, algumas apenas residenciais.

– É muito comum encontrar apart-hotel. Custam também em torno de 60 euros, mas não tem café da manhã e outros confortos. Só valem a pena para estadias mais longas e para quem não se importa com simplicidade.

– Há campings por todas as partes, uma maneira econômica de viajar.

– Para quem quer luxo e conforto, há muitos resorts na região.

– Internet em hotel é item raro. Nós recorremos aos Mc Donald’s que encontramos pelo caminho. Mas como ninguém consegue comer Big Mac todos os dias, logo descobrimos que a senha da internet é a mesmo em todos os restaurantes. Resumindo: muitas vezes encostávamos no estacionamento e usávamos o sinal, na maior cara-de-pau.

– Na estrada é possível encontrar algumas casas de artesanatos com preços bem mais em conta e artigos muito mais bonitos do que nas regiões mais movimentadas. Onde compramos alguns itens e tivemos atendimento ótimo foi na Casa Algarve (o endereço consta apenas como: Alqueives – Porches – Lagoa; fone + 351 282 352 682).

– Evite as auto-estradas e você evitará os pedágios. E ainda vai encontrar paisagens muito mais interessantes.

– As estradas são bem sinalizadas, mas vale a pena ter a ajuda de um GPS.

– Viaje com calma e vá parando de praia em praia até encontrar a sua preferida.

– Se possível, leve guarda-sol pois nem todas praias disponibilizam.

– Coma muita sardinha na brasa! Uma delícia.

– No nosso flickr tem muitas outras fotos além das que postamos aqui no blog.

– O Telegraph londrino e o NY Times também dão dicas..

PONTO O: Praia da Marinha

Desde que eu vi uma foto dessa praia, minha curiosidade por conhecer o Algarve triplicou. Eu poderia dizer que fui para o Algarve principalmente para ver esse lugar, que não saiu mais da minha cabeça. Desejo realizado, chegamos no paraíso, ops, na praia da Marinha. Cena de cinema. Água do Caribe. Temperatura da água do Alaska. Incrível. Inesquecível. Praia para ver e não para descrever.

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PONTO P: Praia da Galé

A praia da Galé (não é a mesma do outro post, apesar do nome ser o mesmo) é muito similar a outras praias que já descrevemos aqui, porém não precisa descer escadarias para chegar até o mar.  Nada de especial a comentar.

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PONTO Q: Praia Manuel Lourenço

Outra pequena praia, muito similar a Galé, porém menor ainda. Faz parte do projeto Bandeira Azul, um programa de educacão ambiental. Simpatizamos bastante com o local.

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PONTO R: Praia do Castelo

Também similar, porém com falésias e escadarias.

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PONTO S: Faro

Chegamos ao Faro no final do dia, já muito cansados. Não exploramos muito o local, não fizemos muitas fotos.

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E foi o fim da nossa viagem para o Algarve! No mesmo dia retornamos para a praia da Galé (a primeira), onde dormimos e passamos o dia seguinte. O saldo da viagem foi muito positivo. Praias lindas, muita natureza, estradas tranquilas.

PONTO J: Fortaleza de Sagres

Chegando em Sagres fomos diretamente até a Fortaleza de Sagres. Para entrar é preciso pagar uma entrada baratinha (não lembramos mais o valor, mas era bem pouco). A entrada se dá através do Portão Monumental. Da Fortaleza e possível avistar o Cabo de São Vicente e a imensidão do oceano. Ficamos imaginando quantos navios por ali passaram a descobrir novos mundos.

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PONTO K: Praia da Luz

Em Lagos tentamos ir até a praia da Luz, uma praia com mais estrutura, ou seja, cadeiras, quiosque e outros confortos, sem escadarias mas também sem falésias. Mas o estacionamento estava cheio e ainda por cima era pago. A partir desse trecho, as praias começam a ganhar água mais azul e cristalina. Decidimos seguir adiante.

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PONTO L: Praia da Batata e Praia dos Estudantes

A praia da Batata é maior e mais agitada. A praia dos Estudantes se divide em duas, sendo que para chegar na segunda parte é preciso atravessar uma abertura numa rocha dentro da água. Mas a dificuldade da travessia é zero pois a água bate na altura dos joelhos.  E vale a pena pois é uma praia tão pequena que poucas pessoas ficam ali. O topless predomina, pois as falésias fornecem bastante privacidade.  A água tem tonalidades de azul e verde – mas infelizmente é muito, mas muito gelada.

A praia da Batata e a dos Estudantes são praticamente a mesma praia, na verdade, é só eleger se você vai descer as escadas da direita ou da esquerda. Por isso não criamos títulos separados para elas. Na parte de cima tem estacionamento e restaurante. Nós adoramos o local, que ficou sendo um de nossos preferidos. Ao mesmo tempo que tem estrutura é muito tranquila. Ficamos a tarde toda por lá.

Almoçamos num restaurante com vista panorâmica para as duas praias, chamado Café do Mar. Fica próximo ao estacionamento e às escadarias para ambas as praias.

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PONTO M: Praia da Rocha

A praia da Rocha fica em Portimão e é uma das maiores que conhecemos na região. Realmente é muito extensa e com muita infra-estrutura. Numa das pontas tinha brinquedos dentro d’água para crianças, quadras de esportes e  esportes aquáticos. Caminhando para o lado oposto, a praia vai ficando menos agitada, porém em toda a extensão é possível achar restaurantes e locais para estacionar. A cidade é grande e super agitada, com vida noturna até mesmo nas segundas-feiras. Conta vários hotéis, dos mais variados preços.

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PONTO N: Carvoeiro

Praia pequena mas agitada, com muitas residências ao seu redor. Lá almoçamos numa restaurante charmoso e muito gostoso, chamado O Boteco, de cozinha tradicional portuguesa. Fica na praia do Paraíso.

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PONTO F: Zambujeira do Mar

Zambujeira nos pareceu uma cidade muito agradável, nem pequena demais, nem grande demais, com um tamanho ideal para ter umas férias tranquilas sem ficar totalmente isolado. As casas são em sua maioria brancas com janelas emolduradas de amarelo ou azul. A praça principal estava toda decorada para as festas de Santo Antônio. A igrejinha nos lembrou muito Santorini.

A extensão da praia é toda cercada por falésias, um visual que viria a se repetir em outras praias pelo caminho. Pelo tamanho das pessoas na foto, percebe-se claramente a altura em que estávamos. Para chegar lá embaixo é preciso enfrentar muitos degraus, mas toda a estrutura dos caminhos e descidas estavam novos e muito bem conservados.

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PONTO G: Azenha do Mar

Saímos de Zambujeira já ao entardecer e queríamos fotografar o pôr-do-sol em outra praia, por isso o próximo destino foi escolhido totalmente ao acaso. E foi assim que conhecemos a pequena Azenha do Mar. O cenário era muito similar ao de Zambujeira, porém era bem menor e nos pareceu que era uma cidade de pescadores, inclusive com um pequeno porto de pesca, sem nenhuma estrutura para turistas.  E o pôr-do-sol foi lindíssimo.

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PONTO H: Miradouro de Cordoama

Nesse ponto da viagem, foi onde vimos outro pôr-do-sol e onde você percebe que não estamos contando nossa rota na ordem cronológica dos acontecimentos. Hehehe. Não chegamos a conhecer Cordoama em si, apenas o Miradouro. O cenário também era de falésias muito altas. A luz estava espetacular e fizemos algumas fotos muito bacanas.

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p.s. Próximo à Cordoama tem uma praia chamada Arrifama, que nós acabamos não conhecendo mas nosso amigo disse que era uma das mais bonitas da Costa Vicentina. O problema é que ele nos avisou isso DEPOIS que já havíamos voltado de viagem. Então, se alguém for até lá, volte por favor para nos contar o que perdemos!

PONTO I: Cabo de São Vicente

Entramos na região de Sagres, que foi uma das mais bonitas da Costa Vicentina. O Cabo de São Vicente é considerado o ponto mais ocidental da Europa e dizem que de lá é possível avistar o trânsito de navios transatlânticos. Nele há um farol vermelho datado de 1846. O cenário belíssimo, rodeado por paredões de rocha avermelhados, atrai muitas pessoas para assistir ao pôr-do-sol.

É também no Cabo de São Vicente que se inicia (ou termina?) a rota da Via Algarviana, uma rota pedestre de 300km que percorre o interior do Algarve. O projeto é desenvolvido pelo Almargem e tem como objetivo promover o crescimento do interior algarviano de maneira sustentável, valorizando e transmitindo os aspectos naturais e culturais da região.

Uma pena que não conhecemos o projeto antes de nossa viagem, pois deve ser interessantíssimo! Aliás, esse projeto merece um super post de destaque. São 14 setores percorridos, trilhas de variados níveis de dificuldade e muito, muito contato com a natureza e a população local. O guia em pdf  pode ser solicitado através do email jministro@almargem.org.

p.s. É nesses momentos que bate aquele arrependimento por não ter feito uma pesquisa mais aprofundada antes da viagem.

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Após alguns dias em Lisboa, partimos em direcão ao sul de Portugal, percorrendo a Costa Vicentina e o Algarve. Visitamos praias lindas, assistimos a pores-do-sol coloridos e comemos muita sardinha na brasa. Foi uma viagem extremamente agradável, cheia de paisagens espetaculares. Contaremos os detalhes dessa experiência numa série de posts ao longo da semana.

As Ferramentas da Viagem

1 Fiat Punto com kilometragem livre

1 GPS

1 mapa convencional, ou seja, um mapa impresso. Sim, eles ainda existem e são fundamentais naqueles momentos que o GPS fica burro.

1 notebook para pesquisar hotéis, praias, etc

e muito protetor solar

A Rota

Abaixo, segue uma simulação da rota percorrida. Não viajamos exatamente nessa ordem que aparece, mas para facilitar a visualização e também a narrativa, optamos por mostrar o percurso seguindo uma linearidade. O critério de escolha das praias e cidades foi a partir de algumas indicações de nosso amigo Rui e algumas outras praias sorteadas ao acaso.

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PONTO B: Setúbal

O primeiro ponto da viagem foi Setúbal, que fica a 32km de Lisboa. É conhecida como cidade-dormitório, pois muitas pessoas estudam e trabalham em Lisboa, retornando a Setúbal apenas para dormir. Não tem muitos atrativos, mas  a Serra da Arrábida e algumas praias valem a visita.

Conhecemos duas praias, sendo uma delas a praia da Figueirinha.  Grande e bastante frequentada, tem  uma boa infra-estrutura, como estacionamento, restaurantes e esportes aquáticos. Como preferimos praias pequenas, ficamos ali tempo suficiente para fazer algumas fotos.

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Depois fomos para a praia de Galapinhos, essa sim uma praia a nosso gosto. Fica escondidinha na estrada e para chegar lá é preciso descer uma trilha tranquila, de dificuldade zero.  Nós a achamos com facilidade porque  fomos com amigos de Setúbal, mas não sabemos o quanto pode ser difícil para alguém que não conhece a região encontrá-la, pois vimos poucas placas sinalizando o local. Mas o que importa é que é uma praia tranquila, com apenas um bar de apoio, mar muito azul e águas calmas.

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PONTO C: Praia da Galé

No segundo dia partimos rumo a praia da Galé, onde ficaríamos por uns 4 dias de muito descanso e tranquilidade. A praia é tão pequena que tem apenas um pequeno condomínio de casas e um camping. E muita paz. Nada de amontoado de gente, guarda-sóis na areia, vendedores ambulantes.

Por falar em camping, Portugal deve ser o país com maior número de campings do mundo. Não vimos 1 nem 2, mas sim dezenas deles, sem exagero. Fica a dica para os mochileiros, que não encontrarão dificuldades de se hospedar por preços baixos.

A praia da Galé nos daria um prévia das muitas praias que encontraríamos pelo caminho: falésias, muita natureza, mas também muitos degraus para chegar até o mar.

Descobriríamos mais tarde, que a praia da Galé tem uma coloração avermelhada e formação sinuosa única, totalmente diferenciada das outras praias que veríamos.

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PONTO D: Sines

Passamos rapidamente por Sines, cidade natal de Vasco da Gama. O objetivo da visita era somente alugar um carro até então estávamos de carona com o Rui, que não seguiu viagem com a gente. Lá ficamos apenas tempo suficiente para pegar o carro.  No caminho fizemos uma foto de uma das praias, que não tinha lá muito charme.

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PONTO E: Ilha do Pessegueiro

A ilha do Pessegueiro fica na freguesia de Porto Covo e  também é uma praia tranquila com uma faixa de areia relativamente extensa. Ao longe, na Ilha, é possível avistar o forte.

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Mas é a estrada para a Ilha que merece um destaque. Muitos campos, cobertos de feno, que ganhavam uma tonalidade dourada do sol. Só faltou um espantalho para completar a cena de filme.

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E mais adiante, uma enorme e incrível plantação de girassóis. Tá vendo a ponte lá atrás? Pois tinha girassóis até lá. E o campo era umas 4 vezes mais largo do que a lente da câmera conseguiu captar. Impossivel não parar o carro para fotografar.

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Lisboa tem o preço médio de hotéis bem em conta se comparado com outras capitais européias. Aliás, quase tudo é mais em conta na cidade. Por isso, para se hospedar é possível conseguir um hotel bom, novo e bem localizado pagando no máximo 65 euros. A melhor localização é nos arredores dos bairros Alto/Baixa/Chiado, pois é onde você mais irá circular.

O primeiro hotel que ficamos foi o Hotel Lutecia. É um grande hotel executivo, feio por fora mas recém-reformado por dentro e com café da manhã bom. Fica próximo ao aeroporto, mas longe dos bairros citados acima.

O segundo hotel foi o Inn Fashion Residence. Apesar do nome brega, o pequeno hotel de apenas 6 quartos vale a pena. Localizado num prédio antigo, não tem nenhuma placa de fácil visualização, por isso é importante anotar bem o endereço antes de chegar lá pela primeira vez.

Mas não se assuste, pois o hotel fica muito bem posicionado – perto das estações de metrô Restauradores e Rossio e também do boêmio bairro Alto. Os quartos são pequenos mas novos, moderninhos e ainda com banheira de hidromassagem.

O café da manhã é na “pastelaria” da esquina. O que parece um inconveniente, acaba sendo um deliciosa surpresa. O suco é natural “de verdade”. Quer pastel de Belém? Tem. Quer torrada? Tem. Quer um muffin? Tem. E para melhorar ainda mais: o café é servido até o meio-dia. Quer dizer, dá para curtir a noite no bairro Alto, dormir até tarde e ainda tomar um ótimo café para repor as energias.

Eu disse que valia a pena, não disse?

Bom, essas são nossas dicas. Se alguém mais quiser contribuir, sinta-se à vontade!

Essa sementinha amarela, rica em fibras, nós conhecemos em Lisboa.

O  truque é “trincar” o grão com os dentes e remover a casca. Fica bem com uma cervejinha gelada.

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Eu sou o tipo de pessoa, que ao gostar de um prato, chega a sonhar com ele depois. Estou falando sério, vez ou outra sonho com um prato que comi aqui ou acolá. Relembro o aroma, o sabor, a aparência. Hum… E certamente a Carne de Porco à Alentejana que a Dona Fernanda preparou para nós em Setúbal fará parte do rol de comidas com as quais costumo sonhar.

Ela me explicou o preparo, mas já não recordo bem. Por isso, pesquisei pela internet alguma receita que se assemelhasse com a descrita por ela, não só pelos ingredientes mas também pelo carinho e dedicação no preparo. E foi então descobri o ótimo e organizadíssimo blog Para Cozinhar.

Pelo que lembro da receita, o que muda é que ela colocava 1 cabeça inteira de alho e não apenas 6 dentes (ela ressaltou bem a importância do alho no tempero) e também não usava banha como na receita clássica, pois não é saudável.

Portanto, o link para a receita está aqui. Eu pretendo me arriscar e preparar em casa. Se der certo, venho contar depois.

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