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Depois de nosso romântico passeio de bicicleta e de um bom descanso, chegou o momento de experimentar as delícias do restaurante.

Como estava muito quente, optamos pelas mesas externas do restaurante – nós e todos os clientes. 🙂 Apesar de termos ido no jantar, as melhores fotos que temos são durante o dia. Veja abaixo:

Para bebericar, é claro que pedimos pisco sauer e depois um vinho! Eu não lembro mais os nomes dos pratos que pedimos – na verdade nem teria muita utilidade pois o cardápio  já mudou (está disponível para download no site do hotel). Comemos bem, mas eu não iria até lá especialmente pela comida. Vale mesmo por todo o ambiente, toda a experiência.

No outro dia, acordamos sem pressa. Tomamos o café da manhã, fomos até a loja para comprar algumas garrafas de vinho e seguimos viagem rumo a Valparaíso. Concluindo então nossos posts sobre o charmoso Hotel Casa Silva, afirmamos: valeu a pena dirigir 150km apenas para conhecer o hotel. Não estamos falando de um hotel qualquer, mas de uma experiência,  de um estilo de vida.

Você entraria nesse restaurante se estivesse passando por ele na rua?

Não? Tem certeza? Pois você acabou de perder a chance de comer uma deliciosa comida brasileira. O restaurante de donos paulistas mas com alma soteropolitana, começou vendendo apenas acarajé, mas o sucesso foi tanto que foram aos poucos expandindo o cardápio: moquecas baião-de-dois, escondidinho, arrumadinho, cuscuz, tapioca, cocadas. Tudo acompanhado de caipirinhas muito criativas.

O ambiente é simples mas com todo charme baiano, sem ser caricato. Mesas comuns, cadeiras e bancos de madeira, artesanatos típicos pelas paredes compõem a atmosfera informal. O restaurante é pequeno e a comida é feita na hora, por isso o atendimento não é rápido.

Nós provamos a Moqueca Carmem Miranda, de camarão fresco, banana da terra, arroz e purê de batata doce, simplesmente irretocável. E o purê, sem palavras! Para acompanhar uma caipirinha de cachaça com capim-santo, mel e maracujá. Uma das melhores que já provei. De sobremesa, uma boa cocada boa.

O Rota do Acarajé fica na Rua Martim Francisco, 529 – pertinho da Av. Angélica com a Jaguaribe.

p.s. Geralmente nossas fotos são mais bonitas, mas nesse dia estávamos apenas com o IPhone.

No bairro de Gràcia é possível encontrar muitas opções de barzinhos e restaurantes legais para aproveitar a noite. Aqui vão quatro dicas para você curtir!

Tem o Stuzzichin, que fica na Carrer Nil Fabra esquina com Perez Galdós, um bar de italianos muito bacana, onde você pode assistir a um jogo de futebol com os amigos ou curtir música ao vivo. Os shows acontecem no esquema do improvis0, nada de mega-palco ou mega-produção, só descontração. Além disso, das 18h às 21h, eles tem um buffet de tapas que é de graça. Sim, de graça! Você pode comer à vontade e só paga o que beber.

O Tête à Tête, na Torrent de L’Olla 171, é um bar moderninho e tranquilo onde sempre me encontrava com amigos para bater um papo, usar a internet “Free” e tomar uma cerveja depois de uma longa aula sobre diseño sostenible.

Também na Torrent de L’Olla, você encontra o Eeh? um bar-restaurante com boa comida, além de ter uma das melhores Bravas que já comi em Barcelona. Os pratos são preparados pelo chef Oscar Valle Unió, também dono do restaurante.

Tem A Casa Portuguesa, na Carrer de Verdi nº58, que é um lugar mais tranquilo, ótimo para tomar vinho e comer uma tábua de queijos e frios. Nosso amigo Rui, que é português, sempre dá uma passadinha por lá para comer um pastel de Belém e é claro uma Super Bock.

Abaixo segue alguns restaurantes que indicamos.

PortugValia: já foi apenas uma cervejaria e atualmente é também um restaurante. É bastante tradicional e tem em vários pontos da cidade, mas a original fica na Almirante Reis. Comida boa e rápida, cerveja gelada.

Alfaia: restaurante no bairro Alto, que pertence a mesma família desde o século XIX. Especializado em cozinha portuguesa, é pequeno e aconchegante (como a maioria dos restaurantes do bairro).

Bica do Sapato: esse nós acabamos não indo, mas foi muito bem recomendado. Cozinha contemporânea e exposições de arte.

Pavilhão Chinês: misto de antiquário e bar, o local é no mínimo curioso. Não serve jantar, apenas lanches. Vale mais pelo local em si do que pela comida.

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Em Portugal é habitual servir couvert nos restaurantes. Porém, o valor cobrado não é por pessoa como no Brasil, mas sim por item consumido. Em geral é oferecido pão, queijos, manteiga, azeitonas. Assim, se você comer pão mas não comer azeitonas, serão cobradas somente as azeitonas e assim por diante. Os preços de cada item estão discriminados no cardápio.

Você acaba de chegar em Londres e não tem a menor idéia do que oferecem suas ruas mais famosas, ou até já caminhou por essas ruas, mas não lembra exatamente onde está aquela loja que você deixou para comprar aquela roupa depois. Eis a solução para seus problemas: o site Street Sensation mostra todas as lojas/bares/restaurantes em ruas como Oxford e Regent Street, Portobello Road e Nothing Hill, King’s Road, Covent Garden, Bond Street, Soho e Chinatown, Isllington, Camden e outros.

Você deve estar pensando que o Google Maps também tem Street View, então para quê acessar este site? Por vários motivos: ele é mais rápido, não tem nenhum ônibus encobrindo os letreiros das lojas, além disso mostra um breve descritivo com telefone, links para os sites oficiais e promoções. E por 4 libras ele disponibiliza 20 mapas para download.

Quer mais um motivo para acessar o site? Ele também tem um mapa com a localização dos melhores mercados de Londres, com informações sobre estilo, dias e horários de funcionamento.

O La Place é um restaurante-mercado de produtos orgânicos e frescos.  Oferece desde carnes, peixes, sanduíches, smoothies, pizzas, bolos, cookies, vinhos, frutas picadas, tudo o que você imaginar. A comida é preparada na sua frente e em alguns pratos você pode escolher os ingredientes.

É o local perfeito para fazer um lanche rápido e saudável ou então para preparar um picnic pelos canais ou no Voldenpark.

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Para comer uma boa paella em Barcelona a primeira e principal dica é não comer nas Ramblas. Outro dia uns amigos marcaram um encontro por lá e fomos mesmo assim, mais pela companhia do que pela comida. Por isso temos tanta certeza de que não é bom. Confirmamos a fama ruim. Não arrisque.

Dizem por aí também, que as paellas dos restaurantes em Barceloneta são boas. Esses nós não conferimos, mas um amigo nos indicou o Cherif. Quem tiver relatos está convidado para contar a experiência aqui no blog.

Mas onde comemos uma deliciosa paella foi no Envalira, dica essa roubada do blog da Dri Setti, do Achados. Ela falou tão bem da dita cuja, que ficamos muito curiosos. Inclusive contamos ao garçom que a paella deles tinha fama de ser a melhor, mas ele disse que são boatos que os parentes deles espalham. Conta aí, Dri, você é parente deles e tá escondendo o jogo, é?

Bom, já deu para perceber que os garçons são extremamente simpáticos e querem que você coma bastante, nada de pouca comida no prato. O restaurante é bem simples, mas com a vantagem de não ser um pega-turista. As mesas podem ser compartilhadas, mas isso pode até ser muito divertido.

O preço da paella? Apenas 12 euros.

Conheci a pouco tempo o restaurante La Masia Can Portell, em Barcelona, indicado por um amigo catalão, de onde tive esta experiência gastronômica.

A calçotada é uma típica comida Catalán, originária de Valls, situada próximo de Tarragona. Servida apenas de janeiro à março, durante o inverno europeu, muitas pessoas vão em busca deste delicioso prato.

Calçotades, nome do prato em Catalão, é apenas um tipo de cebola “Calçot” assada na brasa. Mas não pense que você vai comer apenas cebolas, pois o menu, como em quase todos os restaurantes, é composto de três pratos.

Primeiro prato: se inicia diretamente com as deliciosas cebolas assadas, servidas em uma telha de barro, acompanhadas de pão, tomate e molho. Este prato inicial se come com as mãos e para isso você utiliza luvas plásticas e um babador, isso mesmo, um babeiro.

Segundo prato: quando você já não aguenta mais de tanto comer, se dá conta que ainda tem a carne assada, como uma parilla.

Terceiro e último: a tradicional sobremesa “Crema catalana”, parecida com creme brulet.

Tudo isso sempre acompanhado de vinho, cava e agua. Esse menu atualmente custa aproximadamente 32 euros por pessoa. É sempre muito interessante conhecer hábitos locais! Não esqueça de fazer uma reserva, pois nessa época o restaurante está sempre cheio.

Buen provecho!

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Um dos restaurantes que descobrimos no Mitte é o Basil. Foi mais um daqueles achados ao acaso. Gostamos tanto que fomos mais de uma vez jantar lá.

A entrada do restaurante não revela muito do que há lá dentro, pois aparenta ser menor e mais simples do que realmente é.  O Basil é uma boa pedida para o jantar ou para o happy hour. No jantar, você pode sentar nas mesas mais ao fundo do restaurante e comer uma das massas preparadas com ingredientes frescos. No happy hour, você pode sentar nas mesas altas ou nos sofás e experimentar as delícias do buffet de petiscos. E claro, tomar uma boa cerveja alemã.

A decoração simples e moderna, brinca com o pink nos detalhes. Enormes fotos de mulheres vestindo lingerie e comendo massa com as mãos e a excelente música completam o visual. A massa é fabricada pelo próprio restaurante e você pode acompanhar o preparo de seu prato na televisão exposta no bar.

Comida deliciosa, preço muito justo.

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Sem dúvida você deve comer no 1800. O restaurante, além da comida bem executada, é adepto do movimento slow food e tem um terraço com vista para o pôr-do-sol.

No cardápio a opção é comida mediterrânea, simplesmente deliciosa. A carta de vinhos traz uma pequena variedade de vinhos locais com preços atraentes. O atendimento é exemplar.

No andar de baixo, a casa mantém os móveis autênticos da casa construída em 1840.

Se à noite estiver ventando, não se preocupe, o restaurante tem mantas para você se cobrir.

Não é um restaurante barato, gastamos em média uns 100 euros por pessoa. Mas valeu a pena.

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